sábado, 2 de agosto de 2014

Marco Civil da Internet

Marco Civil da Internet




Sancionado pela presidente Dilma Roussef, na abertura do evento NetMundial, em São Paulo, o texto do Marco Civil foi publicado no Diário Oficial da União e entrou em vigor em no fim de junho.

O documento, que tramitou por anos na Câmara, cria uma espécie de Constituição para o uso da internet no país, com direitos, deveres e garantias para usuários e empresas. "O Marco é uma experiência inovadora que ecoou das vozes das ruas, das redes e de diferentes instituições", disse Dilma.

Abaixo você confere o que muda com a aprovação do Marco Civil da Internet.



DIREITOS

O Marco Civil considera a internet uma ferramenta fundamental para a liberdade de expressão e diz que ela deve ajudar o brasileiro a se comunicar e se manifestar como bem entender, nos termos da Constituição.

O texto chega a apontar que "o acesso à internet é essencial ao exercício da cidadania". O internauta tem garantia de que sua vida privada não será violada, a qualidade da conexão estará em linha com o contratado e que seus dados só serão repassados a terceiros se ele aceitar - ou em casos judiciais, chegaremos a este tópico.

NEUTRALIDADE

Um dos pontos essenciais do Marco Civil é o estabelecimento da neutralidade da rede. Em linhas gerais, quer dizer que as operadoras estão proibidas de vender pacotes de internet pelo tipo de uso.

O governo até pode fazer essa discriminação, mas só em duas situações: se ela for indispensável para a prestação dos serviços; ou se serviços de emergência precisarem ser priorizados. Mesmo assim, o presidente que estiver no comando não tem como simplesmente mandar tirar internet de um lugar e botar no outro. Ele precisará consultar o Comitê Gestor da Internet e a Agência Nacional de Telecomunicações.

GUARDA DE INFORMAÇÕES

Os provedores de internet e de serviços só serão obrigados a fornecer informações dos usuários se receberem ordem judicial. No caso dos registros de conexão, os dados precisam ser mantidos pelo menos por um ano, já os registros de acesso a aplicações têm um prazo menor: seis meses.

Qualquer empresa que opere no Brasil, mesmo sendo estrangeira, precisa respeitar a legislação do país e entregar informações requeridas pela Justiça. Caso contrário, enfrentará sanções entre advertência, multa de até 10% de seu faturamento, suspensão das atividades ou proibição de atuação.

Foi derrubada a obrigatoriedade de empresas operarem com data centers no Brasil ainda na Câmara.

RESPONSABILIZAÇÃO PELO CONTEÚDO

A empresa que fornece conexão nunca poderá ser responsabilizada pelo conteúdo postado por seus clientes. Já quem oferece serviços como redes sociais, blogs, vídeos etc. corre o risco de ser culpado, caso não tire o material do ar depois de avisado judicialmente. Por exemplo: se a Justiça mandar o Google tirar um vídeo racista do YouTube e isso não for feito, o Google se torna responsável por aquele material.

Haverá um prazo para que o conteúdo considerado ofensivo saia de circulação, mas o juiz que cuidar do caso pode antecipar isso se houver “prova inequívoca”, levando em conta a repercussão e os danos que o material estiver causando à pessoa prejudicada.

OBRIGAÇÕES DO GOVERNO

Administrações federal, estaduais e municipais terão uma série de determinações a cumprir, caso o Marco Civil se torne realidade. Entre eles estabelecer “mecanismos de governança multiparticipativa, transparente, colaborativa e democrática, com a participação do governo, do setor empresarial, da sociedade civil e da comunidade acadêmica”.

Os governos serão obrigados a estimular a expansão e o uso da rede, ensinando as pessoas a mexer com a tecnologia para “reduzir as desigualdades” e “fomentar a produção e circulação de conteúdo nacional”.

Os serviços de governo eletrônico precisarão ser integrados para agilizar processos, inclusive com setores da sociedade, e a internet ainda será usada para “publicidade e disseminação de dados e informações públicos, de forma aberta e estruturada”.

Por fim, há ainda a preferência por tecnologias, padrões e formatos abertos e livres, e a de se estimular a implantação de centros de armazenamento, gerenciamento e disseminação de dados no Brasil, “promovendo a qualidade técnica, a inovação e a difusão das aplicações de internet, sem prejuízo à abertura, à neutralidade e à natureza participativa”.

A liberdade de expressão e a pirataria na web


A liberdade de expressão e a pirataria na web



Em meio a tanta discussão sobre o SOPA, a liberdade de expressão e a pirataria na web, um dos maiores sites de compartilhamento e download de arquivos do mundo, o Megaupload, foi tirado do ar por promotores americanos. E mais: o dono e todos os funcionários foram acusados de pirataria.

Segundo o jornal norte-americano The New York Times, a acusação alega que a empresa deve mais de US$500 milhões (cerca de R$880 milhões) em vendas perdidas para os detentores de direitos autorais de filmes e outros tipos de conteúdo.

O Megaupload disse que está pronto para responder às acusações de pirataria de conteúdo. Segundo a própria acusação, o site é o 13º mais popular da internet.

O site tem como CEO o produtor de hip hop Swizz Beats, que tem no currículo trabalhos para Beyoncé e Alicia Keys. Ele se defendeu das acusações dizendo que sempre acata pedidos de remoção de material ilegal.

No início da noite, hackers do grupo Anonymous anunciaram, por meio do Twitter, uma retaliação aos responsáveis pela queda. Eles atacaram e derrubaram os sites da Universal Music (que acusa o Megaupload de pirataria) e do Departamento de Justiça dos Estados Unidos

Entenda a investigação que levou ao fechamento do MegaUpload



FBI fechou serviço de compartilhamento de arquivos. Em represália, hackers do Anonymous derrubaram diversos sites




O governo dos Estados Unidos fechou o site de compartilhamento de arquivos MegaUpload, acusando o serviço de facilitar a troca de conteúdo protegido por direitos autorais e prendendo seus fundadores e funcionários por incentivar a pirataria.

Apesar do serviço usar servidores nos Estados Unidos, os indiciados pelo FBI não são residentes dos EUA. Em um release disponibilizado pela agência norte-americana, são citados os nomes de Kim Schmitz, o fundador do serviço, que é morador de Hong Kong e Nova Zelândia; Finn Batato, gerente de marketing que mora na Alemanha; Julius Bencko, designer que mora na Eslováquia; Sven Echternach, gerente de negócios residente na Alemanha; Andrus Nomm, programador da Estônia; e Bram van der Kolk, responsável pela rede do MegaUpload que mora também na Nova Zelândia.

Os três que moram na Nova Zelândia foram presos ontem mesmo pela polícia neozelandeza. O site está sendo acusado de dever mais de US$ 500 milhões para detentores de direitos autorais. Os fundadores se defendem afirmando que sempre retiram material ilegal quando é feito um pedido por parte das empresas detentoras do conteúdo.

Investigação

Segundo o GigaOM, o MegaUpload era hospedado principalmente na Virginia, nos Estados Unidos, em um local com mais de 1000 servidores que tinham mais de 25 petabytes de conteúdo enviado pelos usuários do serviço. A Holanda sediava outros mais de 700 servidores que hospedavam os arquivos do site.

Além de enviar arquivos, os usuários do MegaUpload também pagaram mais de US$ 110 milhões para os fundadores via PayPal. O FBI e autoridades internacionais encontraram mais de 60 contas bancárias espalhadas pelo mundo e vários cadastros no PayPal em nome do serviço. Em nome dos fundadores do MegaUpload também existem cerca de 30 carros e motocicletas, incluindo modelos da Mercedes-Benz com placas como GUILTY (culpado, em inglês), MAFIA, HACKER, GOOD (bom) e EVIL (mal).

Segundo arquivos do FBI, os próprios funcionários do MegaUpload se aproveitavam do conteúdo enviado pelos usuários para baixar arquivos ilegalmente. E-mails trocados entre executivos do serviço mostram discussões sobre cópias de diversos álbuns e episódios de séries como The Sopranos baixados a partir de links colocados por membros do site. Em conversas, eles chegaram a afirmar que possuem "um negócio divertido... somos piratas dos tempos modernos."

Anonymous

Em represália ao fechamento do serviço, e também como forma de protesto ao SOPA e ao PIPA, o grupo hacker Anonymous fez a sua maior ação. Em poucas horas, eles derrubaram os sites da RIAA (Record Industry Association of America), da MPAA (Motion Picture Association of America), da Universal Music (responsável pela acusação de pirataria do Megaupload), do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, do US Copyright Office, da Warner Music Group e até mesmo o do FBI. Hoje (20/01), 2 alvos já caíram: a loja da MGM e do Ministério da Justiça da Nova Zelândia.

Durante os ataques do grupo, o tráfego na internet chegou a ficar 24% superior ao normal para o horário.

Mega, o sucessor do Megaupload já está disponível para todos


Mega, o sucessor do Megaupload já está disponível para todos.


É o fim da espera. Neste sábado, Kim Dotcom liberou o tão esperado Mega, disponível no link https://mega.co.nz, para uso do público. O serviço de armazenamento de arquivos na nuvem é o substituto do popular Megaupload, fechado por motivos judiciais em janeiro do ano passado.

A novidade chega para competir com outros concorrentes já estabelecidos, como Dropbox, Google Drive e o SkyDrive, da Microsoft. Para isso, Dotcom oferece aos usuários da versão gratuita e mais básico do serviço 50 GB de capacidade de armazenamento. Aqueles dispostos a pagar uma taxa mensal poderão aumentar este valor para 500 GB (10 euros), 2 TB (20 euros) ou 4 TB (30 euros).
O lançamento foi cercado da expectativa. Assim que Dotcom finalmente anunciou a abertura do serviço, os servidores não deram conta de segurar os acessos e as pessoas tiveram dificuldades para se registrar.

Segundo o fundador do Mega, em apenas alguns minutos, a banda utilizada pelo serviço aumentou vertiginosamente. "Uau. Eu nunca vi nada assim. De 0 a 10 Gigabits de banda utilizada em apenas 10 minutos", afirmou Dotcom em seu Twitter, informando ainda que milhares de registros por minuto estavam sendo realizados e que, em menos de uma hora, já havia 100 mil usuários registrados.
Para entender o motivo de tanto sucesso, é necessário voltar a um ano atrás. Naquela época, o Megaupload era um dos serviços de armazenamento de arquivos mais populares da internet, se não o mais popular. Entretanto, muitos usuários o utilizavam para distribuição de conteúdo protegido por direitos autorais, o que acabou resultando em um processo de espionagem pelo governo dos EUA sobre o serviço e seu fundador, Kim Dotcom, que, por fim, acabou com o site e bloqueou os bens do empresário.
O fim do Megaupload coincidiu também com a época dos protestos contra os projetos de lei SOPA e PIPA, criados pelo governo dos EUA, que tratavam justamente sobre a privacidade (ou o fim dela) na internet. Desta forma, Dotcom, que passou a militar sobre o tema, acabou ganhando muitos seguidores simpáticos à causa do Megaupload, que se tornou um símbolo da liberdade na rede.
Desde então, iniciou-se uma batalha judicial, da qual Dotcom saiu vencedor, uma vez que foi constatada a ilegalidade do processo de espionagem sobre o serviço e sobre ele. Assim, ele ficou livre para voltar a investir neste mercado.
Para que isso não se repita com o Mega, os responsáveis pelo serviço pensaram em um novo sistema. Agora, todos os arquivos serão encriptados antes mesmo de chegarem aos servidores da empresa, que não terá a chave para decodificá-los. Apenas o usuário terá esta senha. Assim, eles esperam que novos processos de espionagem não tenham o mesmo sucesso.
Dotcom já afirmou que gostaria de dar um tratamento especial aos usuários do falecido Megaupload em seu novo serviço, mas não recebeu o aval de seus advogados. Em seu Twitter, ele havia afirmado ter planos de dar uma conta Premium para aqueles que tinham uma conta paga no Megaupload. Além disso, ele diz que está tentando permitir que os usuários do antigo serviço tenham acesso aos arquivos que ficaram bloqueados com seu fim

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Veja a forma mais versátil de trocar óleo em um carro.

Veja a forma mais versátil de trocar óleo em um carro.


Você sabia que, com o decorrer do tempo, o óleo do seu carro fica cheio de poluentes e contamina o filtro? Claro, dependendo dos seus hábitos e tipo de veículo, isso pode demorar de 3.000 km (cerca de três meses) até 32.000 km (aproximadamente dois anos). Mas para quê arriscar? Trocar o óleo é rápido e barato. Saiba como fazer isso neste artigo!

                                       
inteligência com humor 

loira troca óleo do seu carro em minutos.

   




quarta-feira, 30 de julho de 2014

ENGRAÇADO " CURRICULUM SINCERO


Esse Currículo foi realmente enviado para algumas empresas. 



[ENGRAÇADO] Curriculum Sincero!



APRESENTAÇÃO PESSOAL 

MEU NOME? 

Lucas Lopes Batista – 23 anos. Não vou colocar meu cpf porque agora virou moda pedir cpf, meu nome está no SPC, mas não é porque sou caloteiro é porque estou com um débito alto da faculdade e estou sem grana para pagar. Agora se vocês me derem a oportunidade de trabalho com certeza pagarei mais rápido. 


ENDEREÇO? 

Eu moro no bairro de Nazaré – Salvador/ Ba. Não preciso mencionar a rua, pois acredito que no momento vocês não virão me visitar e nem me enviarão correspondências. 

CONTATO 

É o telefone eu posso dar caso vocês queiram me ligar pra marcar uma entrevista. XXXX-XXXX/ XXXX-XXXX
e-mail: XXXXXXXX@XXXXXXXX.XXX

FORMAÇÃO ACADÊMICA 

Estava cursando Produção Editorial na Hélio Rocha. Tranquei por problemas técnicos (no bolso), pretendo resolver o mais rápido possível para voltar logo! 

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL 

A minha é grande! (Para quem tem 23 anos) 
Estagiei na Petrobrás Distribuidora S/A. em 2001. Assim que sai de lá fui trabalhar numa locadora de filmes na graça. Fiquei dois meses porque A Fórmula uma empresa maior (e melhor) me chamou, comecei lá em 2002 sai em 2005 foi a empresa que durei mais. Era muito boa, lá eu aprendi melhor relacionamento humano, como lidar com colegas de trabalho, infelizmente o meu horário de trabalho estava atrapalhando na faculdade. (Uma pena, mas a fila anda). Coincidiu que no mesmo mês a Atento (Vivo) me chamou e eram 6 horas, não atrapalhava na faculdade. Achei que lá era o Paraíso Tropical, mas de Paraíso não tinha nada. Era um trabalho chato e estressante. (Eu sou agitado, apesar de não parecer) detesto ficar sentado muito tempo. Depois de um ano quebrei as correntes da escravidão e fui pra uma locadora falida lá em Vilas do Atlântico (Vídeo Vilas). Lá eram 5 horas e pagava legal, mas como felicidade de pobre dura pouco; eu tinha um chefe-infernal (Estilo Meryl Streep em "O Diabo Veste Prada") agüentei seis meses e pedi pra sair. Depois de três meses na dança-do-desempregado fui dar aulas de informática no colégio Mundial (Vila Laura) lá era tudo ótimo, chefe, colegas, alunos, só que como nada é perfeito o salário não era lá uma Brastemp.Quando estava me acostumado com o lugar a empresa Politec que presta serviços pra Caixa me chamou pra seleção e blá, blá, blá. O salário era melhor e como a grana fala mais alto (ou melhor gritaaaaa!) pedi pra sair do colégio com o broken heart, mas fazer o quê? É a vida é bonita e é bonita...Viver e não ter a vergonha de ser feliz. Agora estou aqui sendo sincero com vocês sabendo que meu New Currículo vai parar na próxima lixeira, eu sei que esta empresa só emprega lixo e eu sou o bom, eu sou o cara, basta ver meu currículo, em todos os casos, caso mude de idéia é só ligar.. 

INDIOMA 

Antes eu mentia coloca no currículo que tinha Inglês – fluente e Espanhol - básico 
Tudo balela! Em Inglês, só sei What´s your name, How are you e etc. 
Aliás, não sei pra que pedem inglês no currículo, sei da importância de possuir um Idioma e pretendo aprender o inglês e outra língua que puder, mas realmente inglês para exercer funções simples é desnecessário, aqui na Bahia tem mesmo é que saber o ó xenti que o nosso be a bá. 

CURSOS 

Tenho os cursos básicos de: capoeira, empacotador, tele-marketing, informática (sem o tal de Windows e Excel), atendimento a clientes e vendas, relacionamento humano, comédia corporativa e estou me escrevendo para um curso de acarajé (ninguém sabe do futuro né?). 

TALENTOS 

Não é querendo me gabar, mas é o que eu possuo de melhor, infelizmente nos cargos que ocupei não tive a oportunidade de mostrar meus talentos. Só na A Fórmula que tive a oportunidade de organizar alguns eventos e mostrar um pouco minhas facetas, um dia ainda vou estar na Globo. 

Obs: A iniciativa de criar este currículo foi para inovar, porque assim vocês ficam me conhecendo melhor e evitam o transtorno de me chamar para uma entrevista e fazer eu gastar R$ 4,00 de transporte e me reprovarem numa dinâmica de gente, poupa meu bolso e poupa o tempo de vocês. E tem mais! Este currículo é só para pessoas dinâmicas e com a cabeça aberta , papo cabeça, cabeça feita meu rei, se você for antiquado (a), museu, tiver alma de "velho" com certeza jogará este currículo na lixeira. Mas estará perdendo a grande oportunidade de me conhecer e de repente a grande chance de ter o melhor funcionário da Bahia! Desde já agradeço a atenção.

Paródia sobre sinal da Tim foi o vídeo mais visto do ano no YouTube

Paródia sobre sinal da Tim foi o vídeo mais visto do ano no YouTube




Uma paródia sobre as falhas de sinal da Tim, feita pelo grupo Galo Frito, foi o vídeo mais popular do ano no YouTube Brasil. A brincadeira foi vista por mais de 18,7 milhões de pessoas, segundo o site de vídeos do Google.
A maioria dos vídeos que entraram no top 10 é composta por produções de comédia, tanto que um do Porta dos Fundos está em segundo lugar.
O ranking se completa assim: Festa Junina da Galinha Pintadinha; 10 mandamentos do rei do camarote; um comentário de Felipe Neto sobre a série 50 Tons de Cinza; Neymar dançando funk; um vídeo com dois gêmeos que não percebem já terem sido tirados do útero; um do 5inco Minutos; a paródia sobre uma música do Naldo; e um vídeo de Zizão, jogador do Corinthians.